Songs about resistence. Play Anneke!

Não olho mais pro relógio. Acordo sem despertador. O viver assume o controle e eu entre sonhos me perco na maravilha das horas. Pandora. E fale sobre o tempo.
Antes achava que ele era eterno e o era, enquanto sua morada for o infinito. Imginava que as coisas eram como os próprios: a velocidade da imaginação e a intensidade das paixões. Tudo tão claro e vivo, rápido, fervendo os desejos mais loucos, as curiosidades mais pertubadoras. Coisa de tirar o sono. Por tempos, o próprio tempo pôde permanecer assim.
E enquanto às cegas está o tesouro. O tempo e as lições, o casamento perfeito. A causa e a cura. A busca pela perfeição. E o que seria desta se o desastre não viesse de certas cabeças, achando tristes e grandes hedonismos como a ideal súbita e fatal perfeição?
Imaginem, imaginemos, sonhos, coisas que ainda virão. Futuros escritos dentro de uma mente presente. Mente definidora, definitiva, crucial. Assim se seguindo numa estrada sem placas, apenas rumos, de onde ninguém voltou pra contas histórias sobre o caminho. O que dele se faz necessário saber, se descobre ao andar.






Belas são as noites e a menina não perde tempo a escrever em seu travesseiro. Adora o amanhecer.

2 comentários:

Lorenzo Tozzi-Evola disse...

Ela escreve ao amanhecer?

Saturnine disse...

Ela simplesmente amanhece sem escrever, pois não está mais sozinha. ;*

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